† that's me! †

Now I lay me down to sleep,
Pray the Lord
my soul to keep,
If I die before I wake,
Pray the Lord
my soul to take



Name: Brazuca!

I like...: traveling, reading, sleeping...

I don't like...: waking up early morning!

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Sexta-feira, Fevereiro 22, 2008

Uma e quarenta da madrugada

O que faz uma pessoa ficar acordada a uma e quarenta da madrugada? Vai saber?!
Tanta gente sofrendo desse mal chamado insonia, e parece que ninguem nota.
Vai dormir, pra que ficar acordado?! Dizem, como se fosse facil dormir. Se assim fosse, estariamos todos renovando a beleza, a saude! Bando de hipocritas....
Depois de passar semanas dormindo pouco e mal, ontem passei o dia inteiro em "coma" num sono profundo, que nem sonhar creio ter conseguido. So sai desse estado quando o telefone tocou: era meu amigo Anderson perguntando se eu estava na faculdade.
Faculdade?! Mas... que horas sao?! Que dia eh hoje?!
Tow mals, ow! Nao tenho mais nocao de tempo... ja era....


Pequena Flor do Bosque flew on 1:38 AM
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Quinta-feira, Novembro 15, 2007

E mais um ano está no fim...

Após uma longa ausência, eis que retornei.
Retornei a uma vida aparentemente normal. Porque, como costumo questionar, não sei o que é ser normal. As pessoas me entitulam de várias coisas. As mais comuns são: doidinha, rebelde, louca...
Por vezes até penso que sou assim. DIFERENTE. Diferente do quê, afinal?
Diferente do padrão hipócrita da sociedade, em que todo mundo diz não fazer o que faz às escondidas? Ai, ai... mentiras, mentiras... me tiram do sério.
Pois bem. Sou diferente porque digo não quando querem impor uma idéia machista que vai contra meus princípios feministas? Sou diferente porque gosto de pensar sobre a vida, e porque minha mente é tagarela por demais? Então, tá. Sou diferente. E graças a Deus que sou diferente... eu morreria de tédio se todos fossem igual a mim e com tudo concordassem. Alguém tem que ser do contra, não é?
Estou triste. Este ano foi um ano de tristezas infundadas. Não sei qual o motivo, mas ando triste. O sorriso que vêem é falso. É uma delicadeza que a sociedade impõe para ser normal, pois que ninguém pode ficar triste.
Mas a verdade é que passei o ano triste com algo que não sei explicar. Às vezes penso que seja pela mudança que acontece em mim, na minha alma, no meu ser... mudanças causam dor. Dores causam tristeza.
Já estamos a menos de dois meses para a virada do ano. 2008 vem aí. E revendo meu plano estratégico de vida (ah... ninguém faz isso? mentira! Todo mundo faz suas resoluções anuais, só esquecem delas. Eu as revejo sempre) percebo que nada deu certo, ou não como eu gostaria que fosse.
Os doutores pedem que eu avalie. Não entendem o porquê de eu passar por essa tristeza. Vem da alma, eu penso. Eles não sabem me responder, e isso me deixa triste novamente.
Bem. Agora eu fico a torcer, rezar, sonhar, por um próximo ano mais colorido, mais alegre, mais promissor. Para mim, aos meus familiares, amigos e inimigos...
Vou parar por aqui... não sei o que estou escrevendo mais... acho que esqueci de tomar meu remédio, aquele que deveria tomar todos os dias e quase todos os dias esqueço de tomar......


Pequena Flor do Bosque flew on 1:14 PM
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Segunda-feira, Outubro 01, 2007

Diario de bordo by Alex Justos (continuação)

Bem, duas horas se passaram desde a última vez que escrevi. Por enquanto, nenhuma novidade a respeito da possibilidade ou não de entrada no Peru. Duas coisas interessantes ocorreram, a primeira foi o meu almoço, comi um franguinho bastante apetitoso, além do que o pessoal que está fornecendo comida para mim tem sido bastante prestativo. Há pouco tempo atrás, a mulher responsável pela cozinha veio me perguntar o que eu queria beber na janta e qual o horário que eu achava melhor para eles servirem. Nesse sentido, eles estão bem prestativos, já me relação ao pessoal da imigração, nada de notícias. Liguei mais uma vez ao Consulado e pedi para que alguém do consulado solicitasse a alguém da imigração vir me dar uma resposta oficial sobre o assunto, que diga-se de passagem, já está virando conflito diplomático, hehehehe.
Outro aspecto bastante legal de ter ocorrido foi eu estar escutando música no meu MP4 e de repente tocar o velho e sábio Raul: Ê meu pai!!! Olha teu filho meu Pai!!! Quando eu cair no chão, segura a minha a mão, me ajuda a levantar para lutar!!! Ê meu pai, olha o teu filho meu pai!!!Ê meu pai, ajuda o filho meu pai... Se eu me sentir sozinho, sair do caminho e a dor vier de noite me assustar,... Se o medo da loucura, nessa estrada escura me afastar da luz que me conduz, olha teu filho meu pai... A fé que me faltar eu vou buscar com vc meu pai... . É NÓIS!!!!!!!!UHHHUUU!!!!!!!!
Já houve a substituição dos meus tutores, como bem mencionado anteriormente, o terceiro cara era um mané mesmo, não fazia o menor esforço em tentar me entender e eu acredito que ele criava as teorias dele a respeito do meu caso quando falava com terceiros.
Bem, vou aguardar mais um pouco, mas já estou começando a sentir o meu reembarque ao Brasil. Tomara que n..., mas...
Agora pouco estive numa lan house aqui no aeroporto. Para se ter uma idéia, a lan house é dentro de um bar e o uso dos computadores só podem se dar mediante o consumo de alguma bebida no bar. Escolhi a famosa cerveja Cusqueña, bem encorpada, gosto forte e com teor alcoólico por volta dos 6%.
Pois então, recebi vários e-mails da galera da comissão do evento e percebi que já estão sabendo da minha situação de cárcere estatal peruano por aqui. Segundo a Lana, a Nadja, aquela mesma que perdeu o vôo no qual eu vim, está para chegar aqui hoje, portando um documento nominado pelo Cônsul do Peru no Brasil. Vamos ver no que vai dar!!! Oxalá é o Rei!!!


Pequena Flor do Bosque flew on 4:23 PM
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Domingo, Setembro 30, 2007

Diario de bordo by Alex Justos (continuação)

Cheguei em Lima às 2h00min. da madrugada e saindo do avião fui prontamente indicado a passar pela imigração peruana, após preencher a bordo dois tipos de documentos. Como eram poucos passageiros a bordo, o trabalho da imigração foi bastante rápido. Eu só estava portando a carteira de motorista, documento utilizado em território brasileiro tanto como Rg como CPF, e carteira de vacinação.
Quando cheguei ao guichê da imigração e apresentei os dois formulários preenchidos junto com a minha carteira de motorista, achei que daria tudo certo, pois ela olhou o documento com bastante naturalidade. Imaginei: passou!!! Mas o fantástico mundo de Alex não influenciou neste momento da vida real!!! Pelo menos não nesta situação!!
Ela me olhou e perguntou: você tem passaporte? Disse não! Você tem cédula de identidade? Disse novamente: não!!! Então ela falou: espera um minuto por favor. Tudo isso em espanhol, é claro. E eu, como um péssimo ouvinte em espanhol, mais parecia o Brad Pitt em Babel. Horrível!!!!
Fiquei mais ou menos uma hora e meia na enrolação de deixa ou não deixa entrar. O fato é que não permitiram minha entrada no Peru, muito embora tenha explicado que iria a Iquitos representar o Brasil no Congresso de Estudantes Universitários da Região Amazônica etc e tal. Mas o cãozinho não ajudou em nada. Segundo eles: as regras do acordo bilateral entre Brasil e Peru são claras, e carteira de motorista não é válido como documento hábil.
Infelizmente, o mundo sem fronteiras, sem a necessidade de apresentar passaportes para viajar por esse mundão maravilhoso, AINDA não é possível!!!!! Mas aguarde Raul, Deus proverá esse dia e a sociedade será muito mais humana!!!
Deixe-me retomar a história. Depois da batata quente ter sido passada para três pessoas, a decisão foi a do reembarque para o Brasil, num vôo que só sairia quase 24h mais tarde, ou seja, eu teria de esperar o dia inteiro no aeroporto. Essa é uma das razões pela qual eu estou escrevendo este texto.
Pois então, após a decisão da Imigração de me mandar de volta a São Paulo, pedi para entrar em contato com o Consulado brasileiro. O que a funcionária da Imigração pôde fazer por mim foi pesquisar na internet o telefone do Consulado brasileiro em Lima e me dar 2 soles – o equivalente a R$1,15 -, para eu usar o tel. e entrar em contato com o cônsul ou vice-cônsul do Brasil na capital peruana.
Aqui finalizava o meu contato com a Imigração Peruana. Ficou certo, até aqui, que o meu retorno já estava definitivamente previsto: dia 07, às 2h30 da madrugada. A partir deste momento, um funcionário do aeroporto me seguia todos os momentos, exceto quando eu precisava ir ao banheiro, ou melhor, o terceiro dos funcionários que ficou na função de me vigiar, chegou a entrar no banheiro para ver o que eu estava fazendo, absurdo. Os dois anteriores foram gente boa pra caralho, mas o terceiro, a mim, pareceu um IDIOTA!!!! Ensinando um macaco por três horas seria o suficiente pra fazer o trabalho que este ‘terceiro’ funcionário fez.
Retomando a história, saindo do setor de imigração me encaminharam próximo ao Portão de n°19 do aeroporto internacional Jose Chaves, onde pernoitamos e supostamente ficaríamos até a madrugada do dia seguinte. Dei uma boa dormida e às 8h estava em pé, ligando para o Consulado brasileiro. Uma senhora me atendeu, recém saída do seu descanso matinal, dizendo ter visto minhas chamadas na madrugada e que não pôde atendê-las. A senhora falava um Português enrolado, estava mais para o Portunhol. Como era pouco o crédito que eu tinha, não consegui falar muito com ela. Fiquei crente que ela retornaria a ligação no tel. público, mas NADA!!! Troquei um dólar que eu tinha, por 3 soles e fui novamente tentar falar com ela. Desta vez consegui um pouco mais de tempo para explicá-la o ocorrido. Ela, como funcionária do Consulado, não pôde fazer nada, mas disse que iria entrar em contato com o Cônsul e Vice-Cônsul brasileiros.
Trinta minutos mais tarde era realizada uma chamada no sistema de som do aeroporto me convocando a comparecer em um determinado departamento. Antes de me mobilizar a algum lugar, uma funcionária da imigração veio até mim e pediu que eu explicasse a ela a situação ocorrida. Logo em seguida a Vice-Cônsul do Brasil em Lima estava no cel. Dessa moça com quem eu havia falado e queria falar com ela.
Depois de ter contado o acontecido à Vice-Cônsul, ela foi bastante incisiva dizendo que se tratava de uma situação bastante delicada e que faria uma força para me ajudar, embora acreditasse ser uma situação bem complicada.
Após desligar o telefone a agente da imigração pediu meu documento e disse que eu poderia ter entrada liberada, pois se tratava de uma documento com o Brasão da República e tal... . Enfim, me deu esperanças e dizendo que já voltava para me dar notícias sobre a possibilidade ou não de seguir viagem.
Após a conversa com a agente da imigração, chegou a mim o café da manhã, um café com leite bastante servido, um suco de laranja, torradas, omelete com presunto, margarina e geléia. Cafézinho muito bom, diga-se de passagem.
Bastante tempo se passou e nada de respostas da agente da imigração, ainda estou no aguardo. Té mais.


Pequena Flor do Bosque flew on 4:04 PM
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Segunda-feira, Setembro 24, 2007

Diário de bordo by Alex Justos (continuação)

05/09/07

Dia seguinte, acordei por volta das 9h da manhã, preparado para sair 3 horas antes do vôo. Comi um pão com presunto e na seqüência fiz algumas inclusões e modificações na apresentação do trabalho, que estava formatada em Power Point para facilitar a compreensão do público, que em sua maioria, tem o espanhol como língua oficial.
Depois disso tomei um banho e me preparei para o que poderia ser uma nova jornada rumo ao aeroporto. Saí de casa por volta das 11h 45 e logo que cheguei ao ponto de ônibus consegui embarcar no primeiro carro, que estava a caminho do Terminal 01. O trajeto que no dia anterior eu levei 50 min., consegui fazê-lo em menos de 25 min. .
Cheguei ao Terminal e 10 min. depois eu estava dentro do ônibus a caminho do aeroporto, aproximadamente 35 min. após ter saído de casa, situação bastante diferente do dia anterior. O caminho em direção ao aeroporto foi bem tranqüilo, salvo pelo incidente da descida no ponto do aeroporto. O ônibus, em geral, tem 03 portas, uma de entrada e as duas detrás para a saída dos passageiros. Como de praxe, aqui em Manaus os motoristas têm costume de abrir somente uma porta para a saída dos passageiros. Eu estava na primeira das duas portas, sentido cobrador-fim do ônibus. O motorista abriu somente a porta dos fundos do carro, fazendo com que várias pessoas ficassem esperando na primeira porta de saída. Então pedi educadamente para o motorista abrir a porta. Ele simplesmente deu uma resmungada e tirou os olhos do espelho, inerte. Então perguntei por quê o ônibus tinha duas portas de saída. Ele resmungou novamente e sequer fez movimentação para abrir a porta. Então mandei o cara se fuder e pronto, me dirigi a porta dos fundos e tive que sair por essa porta mesma. Todos olharam meio assustados para mim e não compraram a minha discussão. Aqui o pessoal é muito tolerante, enchergam os absurdos que a eles são impostos e nada fazem a respeito, são coniventes com os absurdos arbitrários e sem sentido que fazem ao bel-prazer das muitas pessoas que eu considero “sem opiniões”, que infelizmente estão representadas pelas classes mais pobres da cidade de Manaus.
Pois então, cheguei ao aeroporto com mais de uma hora e meia de antecedência. Fiquei aguardando a Nadja chegar, enquanto essa hora não chegava, fui comer um sanduíche no Bob’s e tomar um sorvete de cupuaçu e sonho de valsa na sorveteria Glacial. Esperei até às 14h30min., e nada da senhorita Nadja. Algumas ligações para ela, e nada de atender celular. Resolvi fazer o meu check in, e na sala de embarque fiquei na espera da minha companheira, mas, infelizmente, ela não deu as caras. Embarquei no avião e até o último instante torci por ver minha colega entrar pela porta do avião, mas nada!
Fiz uma viagem tranqüila, nada de turbulências ou vizinho doidão ao lado. Saldo: Dois sanduíches insossos e dois copos de suco de maracujá.
Cheguei a Guarulhos às 19h, meu vôo para Lima estava previsto para às 22h, mas só consegui decolar às 23h. Hoje em dia, 01 hora de atraso não representa muito em se tratando de caos aéreo, mas mesmo assim, constrange bastante a gente, uma vez que o preço de qualquer produto que você pensa em comprar em aeroportos é um absurdo. Um cafezinho de 50 ml custar R$ 2,50 é um muita sacanagem!!!
Na hora do embarque o único documento que me exigiram foram: carteira de vacinação e minha carteira de motorista. Imaginei que não teria qualquer problema na imigração peruana, mas... .
Bem, mais uma vez, graças a Deus, tive um vôo bastante tranqüilo, peguei um avião praticamente vazio e nas cinco horas de vôo que se seguiram consegui dar uma descansada boa, fazendo uso das três poltronas para deitar e me esticar legal.


Pequena Flor do Bosque flew on 8:51 AM
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Terça-feira, Setembro 18, 2007

Diário de Bordo by Alex Justos, Viagem a Iquitos (Peru)

04/09/07

A viagem começou na terça-feira, dia 04/09/07. Saí de casa, despedindo-me de toda a galera que estava por lá. Fui ao ponto de ônibus para chegar ao aeroporto antes das 15h. O horário que saí de casa para pegar o ônibus em direção ao Terminal 01, no centro de Manaus, era por volta das 13h10. Cheguei ao ponto de ônibus e não precisei aguardar muito, às 13h 20 estava entrando no ônibus e crente que iria chegar a tempo no aeroporto internacional Eduardo Gomes. Este primeiro ônibus iria me levar até o Terminal 01 e de lá eu teria que pegar outro ônibus, o de n° 306, que me deixaria na frente do aeroporto.
Pois bem, já havia entrado no primeiro ônibus, com duas mochilas e com a sorte de pegar o buzunga sem muita gente dentro. Consegui até mesmo um assento ao lado de uma mulher bastante simpática que me ajudou com as bagagens. Para não variar muito, o calor estava intenso. Na altura na Praça do Parque 10, onde atualmente se tem um desvio por causa das obras que estão sendo realizadas na Rua Recife, peguei um dos piores engarrafamentos durante todo o meu tempo de estada em Manaus. Estava simplesmente horrível, um caos, uma desordem tremenda. E o pior, aquele calor infernal agregado com a neurose de chegar atrasado no aeroporto. Prometi a mim mesmo que não olharia no relógio, e que só faria isso quando chegasse são e salvo no Terminal 01, onde eu pegaria o ônibus n° 306, para enfim, alcançar o meu vôo no aeroporto Eduardo Gomes.
Depois de um longo tempo no tráfego, cheguei ao Terminal e olhei o relógio. Já era marcado 14h 06min, isto é, perdi quase 50 min. num trecho que eu geralmente levaria 25 min. . Chegando ao terminal, não sabia onde fazer a conexão e logo fui me informar a respeito. Quando cheguei ao local de embarque tentei me informar com alguém que também estava esperando, mas nenhuma das pessoas soube me informar com precisão se o ônibus 306 havia passado há pouco ou há muito tempo atrás. Ainda estava esperando o ônibus quando a Kamila, minha colega do Mestrado que também estava indo à Iquitos comigo e que já estava no aeroporto, me ligou. De maneira bastante incisiva ela me disse: “Venha já pra cá, pegue um táxi que eu racho com vc! O avião está prestes a sair”, isso já era 14h35. Saí correndo do ponto de ônibus, do Terminal, e acenei para o primeiro taxi que passava. Entrei no taxi e pedi para ir correndo ao aeroporto, depois perguntei o preço e tomei uma facada no peito, R$ 50,00. Preço tabelado pelos fdp’s dos taxistas, que fazem preço único de qualquer lugar da cidade em direção ao aeroporto.
Enfim, rumamos sentido aeroporto e no trajeto conversamos sobre a política do Governo do Estado e da Prefeitura de Manaus referente ao programa Prosamim, que está aterrando os igarapés da cidade de Manaus, e não os revitalizando, como era o previsto pelo programa.
Cheguei ao aeroporto e precisava pagar o motorista de taxi. Como eu só estava com dólares e uns poucos reais na carteira, falei para ele aguardar enquanto eu ia ao caixa automático para retirar o dinheiro. Fui correndo ao caixa eletrônico do aeroporto e quando olhei as telas deles, percebi que nenhum deles estava sacando. FDP!!!!! Voltei ao taxi e tive que dar dólares para o motorista, ao total U$ 23,00, uma facada que iria me indignar durante várias horas seguintes.
Quando tirei minhas malas do automóvel, a Kamila novamente me ligou, dizendo para eu coorreeerr até o balcão da Gol para tentar entrar no saguão de embarque, uma vez que ela já estava entrando e o avião estava prestes a entregar a documentação para fechar as portas e partir.
Chegando ao balcão da Gol, encontrei diversas pessoas indignadas com a atendente da companhia, que estava sozinha no atendimento e pressionada pelas várias pessoas que estavam discutindo e exigindo dela o pronto atendimento de seus pedidos. Nesta confusão toda, abordei uma atendente que estava saindo do balcão em direção ao check-in, e tive a informação de que não tinha mais condições para eu embarcar porque o avião já havia entregue a documentação e estava prestes a partir.
Logo depois dessa informação, a Nadja, Mestranda em Direito Ambiental da turma 2006 e irmã da Sofia, minha colega de Mestrado, veio a minha direção e disse para eu ficar tranqüilo porque ela havia cancelado o vôo dela, que também estava marcado para terça-feira, para ir no dia seguinte, e que era para eu fazer o mesmo, uma vez que não teria tanta dificuldade para fazer isso. Pois então, eu e Nadja fomos à agência de turismo que a Universidade do Estado do Amazonas comprou a passagem e entrei em contato com a responsável. A senhora foi bastante simpática e disse que iria fazer o possível para trocar a minha passagem sem qualquer ônus.
Fiquei no aguardo da resposta, enquanto isso fui tomar um sorvete com a Nadja, trocar umas idéias, e me indignar com os U$23,00 que gastei a toa com o taxi, fdp!!! Depois do sorvete ficamos dentro da Flytur – agência de viagens -, e ficamos esperando a amiga da Nadja, que iria nos pegar no aeroporto para irmos a uma reunião com o assessor do Governo do Amazonas, isso porque a comissão brasileira do Congresso Internacional dos Estudantes Universitários da Região Amazônica havia recebido o indeferimento da FAB, em relação ao nosso vôo, de última hora, razão pela qual tivemos de recorrer ao Governo do Estado.
Enfim, fomos ao Palácio do Governo e tivemos uma reunião com o assessor, que, diga-se de passagem, foi muito legal com a gente. Ele ficou sabendo do indeferimento do pedido realizado pela comissão e disse que poderia ajudar somente 20 dos 80 que estavam previstos para apresentar trabalhos em Iquitos. Como eu já estava com passagem comprada através da Universidade do Estado do Amazonas, eu não estava incluso nessa lista de 20 pessoas.
Depois de algum tempo de conversa, acertamos os detalhes do vôo e fomos fazer uma pequena reunião na parte de fora do palácio para ser acertado o horário que as pessoas selecionadas deveriam chegar ao aeroporto, a possibilidade de antecipar o barco de Tabatinga à Iquitos e outros aspectos referentes à viagem.
Depois de todo agito e estresse do dia, convidei a Nadja e a Mari para jantar em minha casa. Saímos do Palácio do Governo e fomos à minha casa para fazer uma macarronada. Chegamos na minha casa, eu, Mari e Nadja, aparecendo para dar uma ajuda, o meu vizinho de quarto, Paulo. A macarronada se tornou um grande jantar. Pois então, comemos muitíssimo bem e depois de bastante conversa nos despedimos. Eu e Nadja iríamos nos encontrar no dia seguinte para viajarmos juntos e Mari ia pegar o avião de Manaus a Tabatinga e de Tabatinga, pegaria o barco até Iquitos.


Pequena Flor do Bosque flew on 8:47 AM
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Pequena Flor do Bosque flew on 8:39 AM
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Quarta-feira, Setembro 12, 2007

Congresso Internacional dos Estudantes Universitários da Região Amazônica - CIEURA


O III CIEURA aconteceu em Iquitos, Peru no período de 05 a 08 de Setembro, 2007.

O Congresso Internacional dos Estudantes Universitarios da Região Amazônica tem como objetivo discutir as problemáticas existentes na Pan-Amazônia, bem como visa à integração dos acadêmicos das Universidades amazônicas, no sentido da integração regional e na formação de movimento popular estudantil internacional de fronteira que procure o intercâmbio de: conhecimentos, experiências de pesquisas, estruturação de programas de graduação e pós-graduação entre os países da região amazônica e principalmente fazer presença cidadã e intelectual na região.

site do III CIEURA:

☆ www.iiicieura.com ☆

O IV CIEURA acontecerá novamente em Iquitos, Peru. A os presidentes de cada pólo já foram eleitos e as comissões estão sendo organizadas.

Nos próximos dias, estarei disponibilizando as fotos do III Cieura, delegação Brasil, pólo Manaus.

Bjs a todos


Pequena Flor do Bosque flew on 5:59 PM
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Terça-feira, Setembro 04, 2007

Paixão é? (Crônicas de Valentina )

Quando a gente passa dos 20 anos, amor, paixão e romance ficam cada vez mais difíceis e se tornam armas contra corações violentados e muito usados como o meu. Como de milhares de mulheres balzaquianas, solitária e que sempre escolhem o homem errado em meio a dezenas que conhecemos por diversas vezes.
Do alto da minha irritante segurança de mulher poderosa, já vi muito homem completamente “abestalhado” chorar como uma criança tola. Muito menino tornar-se o dono da situação e muita mulher “servir de besta” por ser única, dedica e maravilhosa, e nunca ser suficiente por ter sido “encontrada” na hora errada. Pílulas... o que seria a hora certa?
Depois de um tempo eu não podia mais acreditar que meu coração vagabundo fosse deixar-se enganar, fosse deixar-se envolver, fosse esquecer os romances mornos com homens de mais idade, para se apaixonar perdidamente por um desses “meninos donos da situação”. Isso me lembra que nunca devemos esquecer “as leis de Murphy”.
Quando ando pela noite e vejo a quantidade de “meninos” que faço despertar, que me admiram e cobiçam, que contestam o alto dos meus 30 anos como se fossem doutores especializados em mulheres mais velhas, que me fazem esquecer por uns minutos que sou uma “balzaquiana neurótica” lutando por um lugar ao sol. Daquelas que esqueceram, ou optaram por não buscar o que as outras mulheres buscam, que se dedicam à carreira e continuam lindas, em vez de escolher a prisão da “gaiola de ouro” que é o casamento e agora param e pensam: “por que estou sozinha mesmo?”.
Eles fazem realmente acreditar no tal do “poder feminino”, mas na realidade, toda mulher adora atenção, mas é instintivamente insegura e insatisfeita consigo mesma. E não digo só isso por mim mesma, mas pelas amigas, conhecidas e desconhecidas em que alguma vez vi relatando aos prantos ou com ódio no olhar e na voz, como mudou, adaptou, transformou e não adiantou nada.
Toda mulher é assim. Eu mesma, desde que tinha 15 anos, já mudei o cabelo pelo menos 2 vezes por ano, incluindo cor, corte e aspecto; ganhei e perdi cerca de 50 quilos; troquei de namorados incontáveis vezes; achei que “era o cara certo” outras incontáveis vezes; perdi o homem que amava por não ser suficiente a ele e só há dois descobri que somos quem somos e ele era um idiota.
Dentro dessa confusão mental a gente desenvolve uma certa paranóia e um mecanismo de defesa que dá o “start” quando o organismo percebe que “o buraco é mais embaixo” e que depois de dois anos dormindo com o mesmo cachorro, você descobre que está com pulgas e resolve que não quer mais aquilo. Ou virar a louca mais desvairada e descompromissada; ou se fecha em copa, como se fosse uma freira... uma freira feia.
Não imaginei que fosse me apaixonar de novo depois que Vitor se foi; ainda mais, pasmem, aquele cara errado, aquele que não quer se amarrar de jeito nenhum, que a experiência ruim da vida com mulheres mais que loucas deixa transtornado e apavorado, aquele que um dia certamente vai olhar para trás e dizer “você foi a melhor mulher que eu tive, por que eu te deixei ir mesmo?”.
Oh Sina... Oh vida sem jeito....
Por enquanto, aproveitando que ainda está doendo, isso ainda aperta muito meu peito de uma maneira incomoda; o único jeito de se sentir aliviada e mostrando o que sente e odiando-o do fundo do meu coração no melhor estilo 10 coisas que odeio em você, por que na vida nada se cria, tudo se copia.
Para ele que odeio tanto, onde quer que esteja, o que quer que esteja fazendo, espero que pare para ler ao menos essa parte final. Mesmo sabendo que isso não vai mudar em nada...
“Odeio seu cabelo voando ao vento enquanto toca e o deixa com mais idade do que tem;
Odeio sua boca carnuda procurando o gosto da minha boca e da minha pele;
Odeio aquele “sinalzinho” dos seus lábios, que me faz querer te beijar mais e mais;
Odeio sua voz me dizendo que sou “toda linda e toda gostosa”;
Odeio seus olhos semi-cerrados enquanto faz amor comigo, com o cabelo caindo-lhe pelo ombro e aquele jeito de quem “está concentrado”;
Odeio suas mãos macias que aprenderam a massagear meu corpo por intuição;
Odeio quando seu gosto continua na minha boca, seu cheiro continua no travesseiro e o calor do seu corpo continua na cama horas depois que você vai embora;
Odeio quando finalmente você atende o telefone depois de diversas tentativas frustradas e diz, “oi moça”; como se nada tivesse acontecido e apaga o fogo da angústia que arde no meu coração aflito;
Odeio o jeito que você se diz “todo besta” quando falo de minhas preferências e predileções por você;
E finalmente odeio a mulher que me faz sentir ser quando estou com você”.
Sentirei sua falta.

(by Valentina Liah)


Pequena Flor do Bosque flew on 7:03 AM
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Quinta-feira, Agosto 30, 2007

Oração dos Estressados



Senhor,


dá-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar,
coragem para mudar as coisas que não posso aceitar,
e sabedoria para esconder os corpos daquelas pessoas que eu tiver que matar por estarem me enchendo o saco.


Também, me ajude a ser cuidadoso com os calos em que piso hoje,
pois eles podem estar diretamente conectados aos sacos que terei que puxar amanhã.


Ajude-me, sempre, a dar 100% de mim no meu trabalho...

12% na segunda-feira,
23% na terça- feira,
40% na quarta-feira,
20% na quinta-feira, e
5% na sexta-feira.


Ajude-me sempre a lembrar:
quando estiver tendo um dia realmente ruim e
todos parecerem estar me enchendo o saco,
que são necessários 42 músculos para socar alguém e
apenas 4 para estender o meu dedo médio e mandá-lo para aquele lugar...


E dai-me paciência para agüentar meu chefe
pois se eu pedir força...
Eu bato nele!


Amém!

(Luís Fernando Veríssimo)


Pequena Flor do Bosque flew on 8:43 AM
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Sexta-feira, Agosto 24, 2007

Raqs Sharqi

☆ Dança do Ventre (Wikipedia) ☆

☆ Dança do ventre: um despertar do corpo e libido ☆


Estou empenhada em aprender a dançar. Hehehe... ms como sou tímida, comecei com uma dança em que não preciso de parceiro.. mas é bem peculiar e exótica. :p

Vantagens (segundo a reportagem "dança do ventre: um despertar do corpo e libido"):
1. livrar-se do estresse e colocar as pressões do dia-a-dia bem longe de toda a delicadeza permitida ao universo forte e sensível das mulheres;
2. estimula o corpo e acaba com as inibições (Quem acha que tem o corpo feio, vai descobrir uma silhueta linda, num processo natural);
3. modifica a postura e os próprios movimentos, que ganham mais graça e suavidade, além de dar mais forma ao corpo.
4. Quem quiser se aventurar, em apenas quatro aulas já consegue executar uns passinhos. Em alguns meses, as coreografias fluem naturalmente do corpo e já se nota uma silhueta mais delineada e graciosa.

Vê porque é legal essa dança?!

Vai aí trechos dos sites acima citados (tow copiando sim, a preguiça é grande, mas coloquei as fontes aí em cima! Plágio, naaaada!!!):
A Dança do Ventre é uma dança do Período Matriarcal, cujos movimentos revelam sensualidade, de modo que em sua forma primitiva era considerada um ritual sagrado.

Sua origem é controversa. É comum atribuir sua origem a rituais oferecidos em templos dedicados à deusa Ísis, em agradecimento à fertilidade feminina e às cheias do rio Nilo, as quais representavam fartura de alimentos para a região; embora a Egiptologia afirme que não há registros desta modalidade de dança nos papiros - as danças egípcias possuíam natureza acrobática.

Tecnicamente, seus movimentos são marcados pelas ondulações abdominais, de quadril e tronco isoladas ou combinadas, ondulações de braços e mãos, tremidos e batidas de quadril (shimmies), entre outros.

Cada músculo, osso e pele se movem em harmonia para a dança e criam um clima de sedução e mistério.

Tendo sido influenciada por diversos grupos étnicos do Oriente, absorveu os regionalismos locais, que lhe atribuíam interpretações com significados regionais. Surgiam desta forma, elementos etnográficos bastante característicos, como nomes diferenciados, geralmente associados à região geográfica em que se encontrava; trajes e acessórios adaptados; regras sobre celebrações e casamentos; elementos musicais criados especialmente para sua nova forma; movimentos básicos que modificaram a postura corporal e variações da dança. Nasce então, a Dança Folclórica Árabe.


Pequena Flor do Bosque flew on 7:56 AM
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Quarta-feira, Agosto 22, 2007

Fase de interiorização

Nada de baladas esta semana. :(

O vírus da gripe me pegou de jeito, e a tosse incomoda demais.

Mas ontem fui encontrar minha amiga Mari, que veio a serviço de Sampa, e aproveitei para tomar uma "vitamina C" reforçada... Acho que vou ficar boa logo... heheheeee...


Pequena Flor do Bosque flew on 6:40 AM
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Domingo, Agosto 19, 2007

Sábado, 11 de Agosto de 2007 - Bon-odori na Efigênio Sales



Falei do futebol, agora vou falar do Bon-odori.
O que é isso?
Bem... eu sempre pensei que fosse uma festa de verão japonesa. Algo como um lual, sei lá... afinal, a festa acontece no verão, os trajes são os "yukatas" (kimonos de verão) e acontece à noite, geralmente, ao ar livre.
Acontece que este ano descobri, através da Nadja, que não é nada disso. Incrível a capacidade investigativa dessa minha amiga!!
"Bon", vem de "OBON", que significa "finados"... então, a festa é de finados. Sim, os japoneses comemoram o dia dos finados com festa, música e dança.
Eu, particularmente, não vejo muita graça nessa festa. Eu não gosto de vestir yukata (que é bem mais simples que o kimono), faz calor (eu odeio calor), não danço, só vou lá para comer e beber...
Mas, este ano, levei a Nadja à festa do Efigênio Sales (colônia japonesa na estrada AM-010), e foi divertido, porque a Nadja é uma empolgação em pessoa com esse tipo de evento.

Para começar, mamãe (que adorou a empolgação da Nadja lá na festa da associção nipo-brasileira NIPAKKU, semanas antes) resolveu vesti-la o yukata (na foto, Nadja sendo "enrolada" e "amarrada" por mamãe!).

Olha como ficou linda!

A festa acontece todos os anos, no mês de julho ou agosto. E lá na colônia japonesa de Efigênio Sales, tem até fogos de artifícios patrocinada pelas indústrias japonesas do Distrito Industrial.

No ano que vem tem comemoração especial, não sei quantos anos de imigração dos japoneses (ah... não me perguntem! Perguntem à Nadja, que ela sabe!). E dessa vez, vou chamar mais gente e convencer mamãe a vestir minhas amigas todas... rsss... aí sim, acho que vai ser bem divertido!

Ah... estou vendo com meu primo de organizarmos um camping, pois pegar estrada na madrugada não é muito legal (eu já estou até acostumada, mas nem todo mundo gosta, e nem todo mundo está em condições para isso... rola alcóol na festa, sabe...)


Pequena Flor do Bosque flew on 8:57 AM
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Sábado, Agosto 11, 2007

Bola na rede! É futebol!!!

Futebol é tudo de bom! Gente animada, empenhada em correr atrás de uma bola para chutar à rede adversária, mesmo debaixo de um sol quente, como o que fez hoje. E sem direito a água!
Mas... futebol é tudo de bom! Principalmente futebol de gente que malha. Corpo sarado, pernas e barriguinhas no lugar... ui, papai!! É futebol dos dias dos Pais na academia!!!
E como eu sou aluna grata à dedicação e atenção dos professores, que são ótimos!, fui retribuir com minha torcida organizada (eu e minha amiga Na). Tiramos fotos, torcemos e aprendemos sobre futebol society (eu nem sabia que existia isso...).
Segue fotinhas!


Visão femenina de futebol...



Visão masculina de futebol?!


Pequena Flor do Bosque flew on 12:51 PM
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Sexta-feira, Agosto 10, 2007

Puraquequara

Não, gente... calma... ainda não foi dessa vez que fui visitar o Consulado Geral do Paraquequara... mas já estou providenciando, pq é de meu interesse. Um desejo antigo conhecer aquele lugar.
Dessa vez fui apenas a um hotel de selva, pegar um solzinho... hehehehe... tentamos, mas infelizmente não é assim tão fácil. Principalmente quando se quer comer, estudar e se divertir ao mesmo tempo... aff... tudo ao mesmo tempo!
Em plena sexta-feira, 9hs da manhã... hummm... bom demais!!!
Segue aí algumas fotos:



Pequena Flor do Bosque flew on 6:55 PM
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Quinta-feira, Agosto 09, 2007

Conjecturas sobre coisas sonhadas (Crônicas de Valentina)

(Mais uma crônica de minha amiga "Valentina")

Eu sonhei com Vitor a semana passada e esse final de semana. Andávamos por muitos lugares de mãos dadas, como se fossemos mais do que somos um para o outro. Como dois amantes passeando despreocupadamente ao largo da vida.
Mas, com todo o sonho, é metade invenção da minha cabecinha oca e a outra metade reflexo da vida, ou seja, da grande amizade que temos um pelo outro, não me preocupo que nada além das expectativas possa acontecer. Em suma: é apenas um sonho.
Ele desapareceu, porém a amizade existe. Alguém me perguntou porque eu não confesso a Vitor que o amo. Eu disse: por que seria como o cair de uma árvore na floresta. Sem testemunhas que ouça ou veja a queda, como teríamos a certeza que a tal árvore realmente caiu? Caiu no sentido relativo, não no absoluto. E eu não amo Vitor relativamente e nem platonicamente. Talvez por isso mesmo ele tenha desaparecido por completo da minha vida. Desejo-o sim, como homem, e se pudesse, dava um jeito nisso. Só que existe respeito. Só eu para pensar em respeito em uma hora como essas! Não tive coragem de cometer, ao vivo e à cores, nenhuma indiscrição. Nessa, meu amado saiu incólume, e por mais que falem, não tive nada com ele além dos meus próprios pensamentos sujos.
Amo o que ele é: sua essência, seus trabalhos, sua cara carrancuda enquanto esculpi designe gráfico eletrônico, sua maneira de dizer “minha linda” quando eu sei que ele não acha isso, seus óculos tortos, seu rabo de cavalo mal amarrado, seu nariz de batata, seu “estar sempre com fome”, sua vontade de resolver os problemas dele e os meus (como se fosse possível), seus lindos e expressivos olhos perdidos e “não-meus”. Daria um ano de minha vida para que ele me olhasse do jeito que já o vi olhando uma pessoa certa vez, e ter uma noite de amor tórrido e restaurador. O amor restaura as forças, mesmo que se esteja esgotado. Ou apenas olhá-lo enquanto dorme. Roubar-lhes os segredos íntimos do ato de dormir. Em que posição, se com a boca aberta, se sereno ou agitado. Como Gabriel Garcia Márquez observava sua Delgadina em “Memória de minhas putas tristes”, o nonagenário pede uma virgem para seu aniversário e não consegue acordá-la, pois se apaixona por ela. Como nunca teve o amor de uma mulher que não fosse puta, ele sucumbe àquele amor da virgem, como se fosse ele próprio, um adolescente.
Aquilo que não se pode alcançar. Intocável. Puro. E mais: ela não fez absolutamente nada para que ele se apaixonasse por ela, além de permitir que a observe enquanto dorme, brindando-o com um sono pesado, sem notar que seu apaixonado observador está velando-a. Pode-se chamar isso de amor platônico. Sim. Mas só prova que algumas pessoas não precisam fazer muita coisa para serem amadas, outras desfilam em carro alegórico na Márquez de Sapucaí, despidas e pintadas de ouro, e nem assim conseguem. “Ces’t la vie”.
Mas essas coisas todas são tecnicamente impossíveis, e digo tecnicamente, porque Vitor é tão somente fruto da imaginação de uma pessoa, não menos importante, e que não faz parte da minha vida. Ele existe nos meus sonhos, seu “outher ego” não.
O que deveria eu fazer com sentimentos alheios?
Talvez a resposta seria, como meu amigo Lucas diz: “abstraia!”
Eu não sei abstrair. E talvez, dentro de tamanha loucura e insanidade em que esteja inserida, não saiba também amar. E mais ainda. Talvez não seja amor, ou seria bom crer que não seja, pelo menos é melhor para essa relação insólita que não seja. Assim fica mais fácil conviver com os sentimentos alheios em relação a uma pessoa totalmente desregulada perante a vida que sou eu!
Meu passado me condena. Minha boca suja também. Vitor é um Lord. Tudo bem que é um Lord capaz de “dar uma cadeirada” em alguém e ir parar na central policial mais próxima... mas eu diminuo isso em troca de licença poética, senão, meus caros amigos, meninos e meninas, senhoras e senhores do júri, meu amado não seria popular entre as pessoas que torcem por um “happy end”.
Se eu parar e pensar bem, ele não é popular, mas isso é outra história, e é culpa minha de novo, e estou eu, levantando a minha mão amarela para gritar: sou culpada! Fritem-me na cadeira elétrica! Sou culpada em amar, quando não acredito no amor, e esse fato faz de mim uma tremenda mentirosa. E por confessar e depois “correr do pau”.
Bem...
Como eu já disse, é a história da tal árvore, blá, blá, blá! Mesmo que eu diga, além de ele não entender, não acreditar e não vai me ouvir. Seriam como espumas ao vento.
Tem gente que espera a vida toda para que alguém se preocupe com você, olhe para você “daquele jeito” e isso não acontece. Por que? Por que às vezes o escolhido não pode fazer nada. Não pode sentir, não pode escutar, não pode dizer que se sente honrado. Como os três macaquinhos: não ouço, não vejo e não falo. E antes que achem que eles são canalhas sem sentimentos, é exatamente o contrário. Eles gostam tanto que não pode fazer isso. Por amor se faz muita coisa. Não amar ou admitir também é uma delas. Por amizade se faz mais ainda. Chego a admirar uma pessoa assim. Honrada. Pessoas que mantém sua palavra a uma pessoa só. Fieis e leais.
A única coisa que tenho a lamentar é a tristeza. Por que ela não passa, só se disfarça, se esconde. A única coisa que poderia fazê-la morrer seria a junção do amor com o objeto de desejo. Coisas similares não adiantam. Amar não é um cartucho para impressoras, não existem similares ao objeto desejado.
Mas devo confessar que existe um consolo: eu tive minha noite de loucuras e indiscrições com meu amado. Senti o gosto de sua boca. Senti o cheiro e o peso de seu corpo. Aqui dentro, na minha imaginação, onde ninguém manda a não ser eu. E peço desculpas a meu amado. Não pude me conter. Fui indiscreta em meus sonhos e usei-o como amante. Agora conto para todos. Mas sua moral e sua fidelidade estão intocadas. Ninguém pode acusá-lo de compactuar com meus sonhos e alucinações. E eu seguirei observando-o enquanto dorme e cantando: “acorde meu amado, desperte para vida, pois estou aqui para lhe amar!”.

(by Valentina Liah)


Pequena Flor do Bosque flew on 7:41 AM
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Domingo, Agosto 05, 2007

Festa do Q?!

Sábado teve festa organizada por um amigo, e fomos lá prestigiar. Mas o melhor da noite foi estar reunida com uma galera bacana (minhas amigas, é claro!), que apronta e muito!!


Mila, Na, Paty, Ma, eu e Nessa. Turminha que apronta pra rir, ri para aprontar... Com essa turma, não há momento ruim! Tudo é motivo para alegria!!


Mais fotos aeh (com a devida censura -- o quê?! Não existe censura neste país? Claaaro que existe!! Aqui tem!! E olha... os paparazzis que se cuidem, pq essa turma aqui com uma câmera na mão é um perigo!! Huehueeeeeee):


Curioso? Oooolhaaaa... que a curiosidade matou o gato! Miaaaauuuuuuu!!!!!!!!!!!!


Pequena Flor do Bosque flew on 6:54 PM
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Sábado, Agosto 04, 2007

Dançar é bom demais...

* Quarta-feira, 01/08/07 *

A semana começou super bem, sabia? Na segunda teve a comemoração do niver do Yoshi!.. Sim, comemorações não têm hora nem dia para acontecer... era segunda, sim, e bebemos, sim... e daeh?! Mas não registramos o evento, porque alguém (sou eu mesma...) esqueceu de levar a câmera oficial de registros da turma.

Na terça teve festa de criança (o bolo tava uma delícia!)... e na quarta... aff...a quarta-feira... Foi demais!!!

Conheci o Cancun (não... é a casa noturna que fica num shopping de Manaus), e só não dancei pq sou muito boba, e envergonhada... não sei dançar música caribenha!! Mas eu vi a minha amiga dançando, e puxa... vou ter que aprender!

Depois, fomos (para não perder o hábito) ao Porão. Dançamos, brincamos, rimos, conhecemos gente nova... aliás, gente muito legal, e a quem devo certa gratidão... rsss... Valeu!!

Fotos? Ah... sim, tiramos muita foto!! Vê aeh:

Banheiro do Cancun (banheiro? É... eu tiro foto de banheiro, e daeh?!)

Carol, Biula, Yoshi! e Mary (não exatamente nessa ordem... mas não importa) no Porão, todo mundo muito doido...


Novos amigos... amigos novos... Porão é assim, amizade sempre... muito bom, muito bom!!


Pequena Flor do Bosque flew on 1:36 PM
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Quinta-feira, Agosto 02, 2007

* Darling *

Eu tive um sonho... sonhei com você, e me bateu uma saudade enorme.
Ouvir tua voz foi maravilhoso hoje. Mesmo você estando tão longe...
Essa tua voz que me ensinou tanto durante tão pouco tempo, mas que foi tão intenso, tão importante para minha vida, e que certamente vai fazer diferença daqui em diante.
Ah... como sua elegância, sua inteligência, sua dedicação faz falta!
Sua sinceridade, suas estórias fascinantes, sua jovialidade... é, não há dúvidas de que você é realmente demais, e não me cansarei de dizer o quanto o admiro por essas qualidades e tantos outros defeitos, que te fazem perfeito!
Estou com saudades sim, e não me envergonho em dizer-te que "te adoro um tantão assim"!
(by J.Hunt3r)


Pequena Flor do Bosque flew on 4:50 AM
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Quarta-feira, Agosto 01, 2007

Fotografia

Cada vez que yo me voy llevo a un lado de mi piel
Tus fotografías para verlas cada vez
Que tu ausencia me devora entero el corazón
Y yo no tengo remedio más que amarte

Y en la distancia te puedo ver
Cuando tus fotos me siento a ver
Y en las estrellas tus ojos ver
Cuando tus fotos me siento a ver

Cada vez que te busco te vas
Y cada vez que te llamo no estás
Es por eso que debo decir que tú sólo en mis fotos estás
Cada vez que te busco te vas
Y cada vez que te llamo no estás
Es por eso que debo decir que tú sólo en mis fotos estás

Cuando hay un abismo desnudo
Que se opone entre los dos
Yo me valgo del recuerdo
Taciturno de tu voz

Y de nuevo siento enfermo este corazón
Que no le queda remedio más que amarte

Y en la distancia te puedo ver
Cuando tus fotos me siento a ver
Y en las estrellas tus ojos ver
Cuando tus fotos me siento a ver

Cada vez que te busco te vas
Y cada vez que te llamo no estás
Es por eso que debo decir que tú sólo en mis fotos
estás

Cada vez que te busco te vas
Y cada vez que te llamo no estás
Es por eso que debo decir que tú sólo en mis fotos
estás

(Nelly Furtado)


Pequena Flor do Bosque flew on 7:12 AM
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Domingo, Julho 29, 2007

Bizarre Love Triangle

Every time I think of you
I fell a shot right through into a bolt of blue
It's no problem of mine but it's a problem I find
Living a life that I can't leave behind
There's no sense in telling me
The wisdom of a fool won't set you free
But that's the way that it goes
And it's what nobody knows
And every day my confusion grows

Every time I see you falling
I get down on my knees and pray
I'm waiting for that final moment
You'll say the words that I can't say

I feel fine and I feel good
I'm feeling like I never should
Whenever I get this way, I just don't know what to
say
Why can't we be ourselves like we were yesterday
I'm not sure what this could mean
I don't think you're what you seem
I do admit to myself
That if I hurt someone else
Then I'll never see just what we're meant to be

Every time I see you falling
I get down on my knees and pray
I'm waiting for that final moment
You'll say the words that I can't say

(New Order)


Pequena Flor do Bosque flew on 10:15 PM
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Segunda-feira, Julho 16, 2007

Sexta-feira, 13 de Julho. Dia Int'l do Rock, 9 anos de Porão, dia das bruxas...



Wooohooooowwwwww!!
Sexta-feira foi dia de festa no Porão. E como não poderia deixar de ser, estava cheio, cheio, cheiiiioooo....
Olha, eu não gosto de lugares assim, entupidos de gente, mas a festa estava boa.
Amigos, novos amigos, gente desconhecida, gente estranha (acho que eu me encaixo nessa última categoria)...
Nos divertimos muito.


Pequena Flor do Bosque flew on 12:09 PM
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Quarta-feira, Julho 11, 2007

My destiny is a darkness...

Na escuridão do dia, amanheceu a noite...
Acho que perdi a noção do tempo, da realidade.
Vi o raiar do sol e pensei: preciso dormir.
Mas não sei mais o que é isso. O sono é algo que me escapou entre os dedos, e fragmentado ficou.
Se ele vem, logo vai embora, deixando comigo um sonho louco.
A loucura me domina cada dia mais.
A loucura me faz lembrar de você.
A loucura me faz sentir saudades de você.
Nos meus sonhos te tenho. Nos meus sonhos te perco.
Uma hora depois do sono, desperto.
Você não está aqui.
Só me acompanha a minha loucura, que não quer ir embora de jeito algum.
Amanheceu a noite, na escuridão do dia...
E mais um dia passou, sem nunca ter acontecido.

(by J.Hunt3r)


Pequena Flor do Bosque flew on 4:35 PM
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Terça-feira, Julho 10, 2007

Fim de semana é sinônimo de FESTA!!

Recomendação médica: exercícios físicos e balada! Eu que sou uma ótima paciente, estou seguindo a risca essa recomendação. Huehueeeee....


Sexta, 06 de Julho de 2007. Tenda Rock, na estrada do Turismo.
Nos encontramos na praça do Eldorado para começar. Um chopp aqui, uma Hi-fi ali... e após muita insistência, fui vencida. Minha idéia inicial era terminar a noite no Porão (meu santuário, huehueeee), mas essa turma é insistente, e eram vários contra um... tive que dar o braço a torcer (e olha, eu sou birrenta, a tendência é eu ficar emburrada pq não acataram meu desejo... :p)... Fomos conhecer o tal Tenda Rock, antes que a Prefeitura fechasse o lugar (porque tá uma onda de fecharem as casas noturnas, antes da gente conhecer, pow!).
Rock-pop, bem light, nada comparado com o meu bar preferido, mas dá para ficar... Segue fotos da turma: Thiago, Thiago, Thiago (?! Ah... são 3 Thiagos), Camila, Mineiro, Vanessa e Mary...




Domingo, 08 de Julho de 2007. Festa Julina na casa da Pê.
Na primeira festa que fui na casa da Pê, ficamos dançando até sermos praticamente expulsas pelos vizinhos (pq se dependesse dos donos da casa, a festa continuaria até o dia seguinte!).
Festa na casa da Pê é sinônimo de muita agitação.
E a festa julina não foi diferente. Teve comida típica, uma tenda de coquetéis (caipiroska, caipifruta, caipirinha, capeta, sex on the beach... vixi!) e até quadrilha na rua.
Bom demais!
Para variar... dançamos, dançamos, dançamos... Festa na casa da Pê é sinônimo de pé acabado no final da noite... rsssss.... Adoooooooorooooooooo!!!!



Pequena Flor do Bosque flew on 9:50 PM
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Segunda-feira, Julho 09, 2007

Silêncio...

Dizem que para relaxar você tem que silenciar a mente.
Não sei como algumas pessoas conseguem esse feito.
A minha mente é uma fábrica de pensamentos, que não pára nunca... Pensamentos brotam a todo instante, a qualquer momento.
Pertubam meu sono.
Perco-me no tempo, no espaço, perco-me nos meus pensamentos.
Pensamentos bons, pensamentos ruins, pensamentos questionadores... Igual a uma criança que aprendeu a palavra "por quê", e fica repetindo tal como um disco furado uma sequência de "por quês".
Gostaria de calar minha mente. Mas como conseguir esse feito?
Por vezes penso que nem a morte conseguiria fazer com que isso acontecesse.
Seria uma maldição a qual fui condenada perpetuamente?
Pois eu peço a Deus que me poupe dessa maldição e silencie minha mente por um segundo só, e que eu possa saber o que é a tranquilidade de viver sem pensamentos...


Pequena Flor do Bosque flew on 9:51 AM
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